segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Análise dos poemas Time and Eternity e Beleza e Verdade

     Nesta análise, lemos o poema "Time anda Eternety", de Emily Dickinson e a tradução "Beleza e Verdade" do também poeta Manuel Bandeira. O trabalho completo, que analisa configuração espacial, registro de língua e teorias como a das transformações expressivas de Popovic. 

 A análise completa pode ser acessada neste link: Análise dos poemas Time and Eternity e Beleza e Verdade.


Time and Eternity (1924)
Emily Dickinson (Estados Unidos – 1830-1836)
Beleza e Verdade
(Tradução de Manuel Bandeira)
I died for beauty, but was scarce
Adjusted in the tomb,
When one who died for truth was lain
In an adjoining room.

He questioned softly why I failed?
“For beauty,” I replied.
“And I for truth,-the two are one;
We brethren are,” he said.

And so, as kinsmen met a night,
We talked between the rooms,
Until the moss had reached our lips,
And covered up our names.
Morri pela beleza, mas apenas estava
Acomodada em meu túmulo.
Alguém que morrera pela verdade
Era depositado no carneiro contíguo.

Perguntou-me baixinho o que me matara:
-A beleza, respondi.
-A mim, a verdade – é a mesma coisa,
Somos irmãos.

E assim, como parentes que uma noite se encontram,
Conversamos de jazigo a jazigo,
Até que o musgo alcançou os nosso lábios
E cobriu os nosso nomes.










Saudações!

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