Nesta análise, lemos o poema "Time anda Eternety", de Emily Dickinson e a tradução "Beleza e Verdade" do também poeta Manuel Bandeira. O trabalho completo, que analisa configuração espacial, registro de língua e teorias como a das transformações
expressivas de Popovic.
A análise completa pode ser acessada neste link: Análise dos poemas Time and Eternity e Beleza e Verdade.
A análise completa pode ser acessada neste link: Análise dos poemas Time and Eternity e Beleza e Verdade.
Time
and Eternity (1924)
Emily
Dickinson (Estados Unidos – 1830-1836)
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Beleza
e Verdade
(Tradução de Manuel Bandeira) |
I died for beauty, but was scarce
Adjusted in the tomb,
When one who died for truth was lain
He questioned softly why I failed?
“For beauty,” I replied.
“And I for truth,-the two are one;
We brethren are,” he said.
And so, as kinsmen met a night,
We talked between the rooms,
Until the moss had reached our lips,
And covered up our names.
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Morri pela beleza, mas apenas estava
Acomodada em meu túmulo.
Alguém que morrera pela verdade
Era depositado no carneiro contíguo.
Perguntou-me baixinho o que me
matara:
-A beleza, respondi.
-A mim, a verdade – é a mesma coisa,
Somos irmãos.
E assim, como parentes que uma noite
se encontram,
Conversamos de jazigo a jazigo,
Até que o musgo alcançou os nosso
lábios
E cobriu os nosso nomes.
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Saudações!


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